Marie Curie


Marie Curie, nasceu em Varsóvia, de nacionalidade Polonesa e Francesa. Estudou na Universidade de Sorbonne na capital francesa onde se licenciou em Física e Matemática. No encandear dos seus estudos Henri Becquerel propõe-lhe como tese do doutoramento o estudo das radiações pelos sais de urânio. Em conjunto com Pierre Curie (seu marido) descobre o fenómeno da radioactividade (termo que caracteriza a energia libertada espontaneamente por novos elementos químicos). No ano de 1898 o casal consegue isola um novo elemento ao qual lhe Marie lhe dá o nome de polónio (nome em homenagem ao seu país de origem) e meses mais tarde o rádio, devido à sua intensa radiação.
Em 1903 conquistam o prémio Nobel da Física em reconhecimentos as suas extraordinárias descobertas sobre a radioactividade. Marie foi a primeira mulher a receber o tão valorizado prémio. Doutorou-se em Ciências no mesmo ano.
Três anos depois um acidente rodoviário tira a vida a Pierre e Marie ocupa o seu cargo como professora de Física Geral na Faculdade de Ciências. Sendo desta forma a primeira mulher a ensinar na Sorbonne.
Em 1911, é novamente galardoada com um prémio Nobel , mas desta vez da Química pelo seu reconhecimento e serviço do avanço da química com a descoberta do isolamento do rádio permitindo a investigação das propriedades deste elemento por toda a comunidade científica. Foi a única pessoa a receber o prémio Nobel duas vezes na área da ciência.
Morre em 1934, perto de Sallanches. E mais tarde é publicado o livro no qual trabalho durante anos “Radioactivité”.
Inspirada pelos feitos, Irene Curie, segue as pisadas dos seus pais nas mesmas áreas e em 1935 recebe também o Prémio Nobel da Química pela aquisição de novos elementos radioactivos, juntamente com o seu marido, Frederic Joliot.

“Nada na vida deve ser receado. Tem apenas que ser compreendido”.

            Marie Curie
 

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